O tecnólogo em Sistemas Elétricos atua tanto em nível operacional como estratégico. Além de montar, instalar e operar equipamentos de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, tanto na zona rural como na zona urbana, ele conhece todos os aspectos relacionados à produção, distribuição, comercialização e utilização de energias, especialmente as renováveis. Entre suas atribuições está testar aparelhos elétricos e garantir o funcionamento de geradores, transformadores e redes de eletricidade. Ele implementa o acionamento eletrônico de turbinas e automatiza procedimentos em usinas. Domina a regulamentação do setor energético e ambiental, o que lhe permite implementar políticas de gerenciamento energético. Pode atuar nas áreas de venda e assistência técnica de instrumentos de alta e baixa tensão, de iluminação e de conservação de dispositivos automáticos. Pode trabalhar também em indústrias e empresas de metalurgia, assistência técnica, telecomunicações e construção civil. Ou dar consultoria na implantação de sistemas de acionamentos industriais e técnico-comerciais.
O mercado de trabalho
O Brasil é o décimo país com o maior número de usuários de internet - 42,6 milhões -, segundo dados do Internet World Stats, referentes a setembro de 2007. Além disso, de acordo com a e-bit, empresa de pesquisa e marketing on-line, o comércio eletrônico no país deve ter faturado no ano passado cerca de 6,4 bilhões de reais, o que representa um crescimento de 45% em relação a 2006. Esses dados dão uma dimensão do aquecimento do mercado de internet no Brasil e indicam um aumento na demanda pelo tecnólogo. As melhores oportunidades estão nos grandes centros urbanos, como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre. O profissional é contratado por grandes grupos empresariais e instituições financeiras para implantar e gerenciar canais de compras e leilões virtuais e também para atuar na área de segurança desses sistemas. Existe ainda mercado para os especialistas em canais de comunicação internos (intranet) e externos (websites e portais). O setor editorial e os provedores de internet costumam absorver o tecnólogo, que pode trabalhar como webdesign e fazer a manutenção de sites de pequenas e médias empresas.
O curso
Disciplinas específicas da área, como introdução à tecnologia web, redes de computadores, bancos de dados e arquitetura de sistemas operacionais familiarizam o aluno com as questões diretamente ligadas à internet. Contudo, essas matérias mesclam- se com outras de cunho mais geral, e também indispensáveis para o exercício da profissão, como matemática, noções de direito, ética, inglês e empreendedorismo. As aulas práticas incluem treinamento em criação de páginas para web, edição de imagens, animação, linguagens de programação, desenvolvimento de portais e negócios na internet. Na hora de inscrever-se para o vestibular, preste atenção na ênfase dada pelo curso. Alguns se voltam mais para a parte de artes gráficas da construção de páginas da internet, enquanto outros reforçam aspectos técnicos da montagem de páginas.
Duração média: dois anos.
Outros nomes: Adm. e Desenv. para Internet; Comércio Eletrôn.; Comun. para Web; Comun. para Web (webdesign); Criação e Desenv. de Websites; Desenv. de Aplicações para Internet; Desenv. de Sist. de Web; Desenv. de Sist. para Internet; Desenv. de Sist. para Web; Desenv. de Software para Internet; Desenv. de Web; Desenv. de Websites; Desenv. para Internet; Desenv. para Web; Desenv. para Web (inform.); Desenv. Web; Gestão e Desenv. Web; Inform. com Desenv. e Aplicação para Web; Internet; Prod. Multimídia (webdesign); Web Design e Comércio Eletrôn.; Web e Comércio Eletrôn.; Webdesign; Webdesign e Internet.